17/07/2026
O Sindicato dos Trabalhadores em Água, Esgoto e Meio Ambiente no Estado da Bahia (Sindae) cobrou da direção da Embasa uma solução imediata para a situação dos trabalhadores terceirizados da Tubomills, que enfrentam atrasos no pagamento de salários e benefícios.
O coordenador-geral do Sindae, Aloísio Filho, esteve na última sexta-feira (10/07), reunido com o presidente da Embasa, Gildeone Almeida, e demais diretores da empresa para tratar do Acordo Coletivo da Embasa e também abordou sobre esse problema e exigiu providências que garantam os direitos dos empregados terceirizados .
A cobrança do sindicato ocorre após a paralisação das atividades dos trabalhadores da Tubomills em diversas regiões do estado, motivada pelo atraso no pagamento de salários, vale-alimentação e outros benefícios. Esse caso é, mais uma vez, uma realidade que o Sindae denuncia há anos, onde empresas terceirizadas contratadas pela Embasa frequentemente deixam de cumprir suas obrigações trabalhistas, penalizando os trabalhadores.
O Sindae tem denunciado sistematicamente essa prática, uma vez que não é aceitável que os trabalhadores sejam sempre os maiores prejudicados enquanto empresas terceirizadas deixam de cumprir suas responsabilidades. A Embasa precisa criar mecanismos mais eficazes para impedir que esse tipo de situação volte a acontecer, fortalecendo a fiscalização dos contratos e garantindo maior proteção aos trabalhadores", afirmou Aloísio Filho.
De acordo com informações repassadas pela direção da Embasa ao sindicato, o contrato com a Tubomills será rescindido em razão do descumprimento das obrigações contratuais. A empresa informou ainda que está realizando uma contratação emergencial de uma nova prestadora de serviços para assegurar a continuidade das atividades de manutenção de redes, ramais e dos serviços comerciais.
Sobre o pagamento dos salários e benefícios em atraso, a Embasa informou que está buscando uma solução jurídica que permita regularizar a situação dos trabalhadores afetados pela inadimplência da empresa terceirizada.
Para o sindicato, além de resolver a situação emergencial dos empregados da Tubomills, é fundamental que a empresa pública aperfeiçoe seus mecanismos de fiscalização e responsabilização das empresas terceirizadas, de modo que a proteção aos trabalhadores seja uma prioridade permanente.
Vamos à luta!