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Gota D'água
12.06.2018
Embasa não sai do lugar, empacando a negociação. Sexta é assembleia com indicativo de greve

Muita conversa, pouco resultado. Assim se pode definir a negociação entre o Sindicato e a Embasa na última quinta (7), quando se esperava que a empresa apresentasse uma nova proposta para o acordo coletivo ou, pelo menos, respondesse à contraproposta feita pelo Sindicato em negociação anterior. Numa postura desrespeitosa, a empresa simplesmente informou que sua proposta era aquela já rejeitada amplamente pela categoria: aplicar o INPC (1,69%) nas cláusulas de impacto econômico.

FOTO - CRÉDITO: ACERVO SINDAE

Apesar da má vontade da empresa, o Sindicato forçou o debate sobre algumas cláusulas, mas nada que ficasse decidido. Uma nova negociação está marcada para esta terça (12), à tarde, e uma assembleia será realizada na próxima sexta (15), às 9 horas, na capital e nas 13 unidades regionais do interior. De novo, temos um indicativo de greve.

No debate, surgiu uma provável alternativa para um acordo sobre o auxílio creche. A empresa alega que encontrou jurisprudência no Conselho de Administração de Recursos Fiscais (CARF), do Ministério da Fazenda, que permite manter a cláusula do auxílio creche tal como no atual acordo, mas limitado a 5 anos, 11 meses e 29 dias. A partir daí, o (a) trabalhador (a) passaria a ter o benefício do auxílio educação. O Sindicato demonstrou ser possível aceitar essa fórmula, mas cobra uma compensação para a diferença de um ano (entre o auxílio creche e o auxílio educação), estabelecendo um reajuste de R$ 500,00 para o auxílio educação (hoje está em R$ 240,00).

No caso da Cipa, a empresa insiste em indicar um membro e o Sindicato informou que aceita, desde que o presidente seja escolhido entre os representantes eleitos (as) pelos (as) trabalhadores (as) e que a empresa aceite a inclusão de cláusulas novas no acordo coletivo.

Outro assunto discutido foi sobre a coparticipação no plano de saúde, pois a empresa insiste em sua proposta. O Sindicato fez várias ponderações, citando, entre outros exemplos, os casos de doenças crônicas, o que pode inviabilizar o tratamento dos (das) trabalhadores (as). Diante disso, foi proposta a criação de uma comissão com representantes do Sindicato e da empresa para, num prazo de 90 dias, apresentar um relatório que será submetido à categoria em assembleia. Esse é um assunto muito complexo e grande parte da categoria sequer sabe como funciona a coparticipação e assim nem pode imaginar os seus impactos.

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