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Gota D'água
27.02.2018
Abandono na rua: 26,7 milhões sem alento para encontrar trabalho

O país que quase aprova a reforma da previdência, condenando quem está, ou não, inserido no mercado de trabalho, acaba de mostrar ao governo golpista, mais uma vez, a insanidade de sua proposta para acabar com a aposentadoria. É que o IBGE analisou a última Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílio (PNAD) e concluiu que em 2017 faltou trabalho para uma multidão de 26,4 milhões de brasileiros e brasileiras.

Uma multidão assim está a frente de todos nós, todos os dias, nas praças e ruas de nossas cidades. É o mais cruel resultado do golpe que cortou milhares de empregos e benefícios sociais. E, infelizmente, a tendência é piorar, por meio de apoio do atual governo com sua pauta que agrada apenas a elite e os especuladores nacionais e estrangeiros.

No Brasil do desemprego, sobra desalento para quem não vê alternativa: 4,3 milhões de brasileiros e brasileiras desistiram de procurar emprego, mesmo querendo, precisando e tendo disponibilidade.

Para a secretária de Relações do Trabalho da CUT, Graça Costa, isso é reflexo do abandono que infesta o país. Cita que, com a reforma trabalhista e a economia em recessão, restam poucas vagas de trabalho, e tudo muito precário. Salário baixo, sem direitos e nenhuma proteção.

Esse quadro é pior no Nordeste, onde estão 59,7 por cento dos desalentados. Na Bahia estão 663 mil deles, e no Maranhão, 410 mil. São os campeões regionais.

Segundo o IBGE, esse é o maior número de trabalhadores (as) desalentados (as) desde que a pesquisa foi iniciada, em 2012. Outras pesquisas indicam que hoje é preciso continuar procurando emprego, em média, por um ano e dois meses.

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